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Para Siri, da Apple, o melhor smartphone é o Nokia Lumia 900

11 de maio de 2012

Quando perguntada qual o melhor smartphone, o assistente de voz da Apple surpreende e recomenda o recém-lançado aparelho da Nokia

Siri

São Paulo – Por essa a Apple não esperava: seu próprio assistente de voz, Siri, desenvolvido especialmente para o iPhone 4S, se voltou contra o mestre. Quando perguntada qual o melhor smartphone de todos os tempos (“what’s the best smartphone ever?”), a simpática Siri traz como resposta o aparelho Nokia Lumia 900, da rival finlandesa.

Siri é conhecida por suas respostas bem humoradas, que vai de conselhos sobre os melhores locais para esconder um cadáver até respostas mais filosóficas sobre o sentido da vida. Mesmo assim, recomendar a compra de um smartphone da concorrência e que ainda por cima roda Windows Phone é, no mínimo, surpreendente.

O que acontece é que o assistente de voz da Apple procura por respostas no site Wolfram Alpha, mecanismo de inteligência computacional que busca os resultados diretamente de páginas da web. Ele funciona como um buscador convencional, ou seja, basta acessar o site, digitar o assunto e então ele apresentará os resultados com base no que dizem sites que tratam sobre o tema.

A resposta direta para o recém-lançado smartphone se dá por conta das críticas positivas deixadas por usuários em diferentes páginas da web. E, além de recomendar o aparelho, a Siri ainda aponta qual a sua cor favorita para o Nokia Lumia 900, o modelo na cor azul.

Ref:http://exame.abril.com.br/tecnologia/iphone/noticias/para-siri-da-apple-melhor-smartphone-e-o-lumia-900

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VDI? É hora do IDV

Por J. Peter Bruzzese – 14 de maio de 2012

O VDI pode ter encontrado um novo concorrente no campo da virtualização inteligente de desktops.

Como no conto “A roupa nova do imperador”, a virtualização de desktops ou VDI (Virtualization Desktop Infraestructure) parece oferecer muito a um preço difícil de justificar. A VDI falha conosco de muitas formas, começando pelo fato de que os dispositivos exigem uma conexão de alta velocidade para acessar os sistemas de usuário. Queremos a virtualização com o desempenho e a capacidade de resposta de um OS (Sistema operacional) instalado localmente em um PC. Ainda que apropriado em certas circunstâncias, o VDI também não é a resposta para a maioria dos problemas dos usuários de uma empresa.

Agora existe uma outra opção de virtualização de desktop a considerar: a virtualização inteligente de desktop (IDV), que reúne tanto as necessidades da TI quanto as demandas dos usuários.

Recentemente tive a chance de dar uma olhada em um produto IDV _ o Mirage, da Wanova _ que usa um computador com o Windows XP ou o Windows 7, instala um cliente de 2 MB nele e então grava a imagem do PC em um Servidor Mirage Wanova, que roda utilizando o Windows 2008 R2.

O Mirage não apenas envia a imagem completa do sistema, como também determina que arquivos e dados já estão no Servidor Mirage e depois envia apenas as diferenças a partir do PC, em um processo chamado de “calculando o delta”. Isto economiza banda e armazenamento. Além dessa duplicação em tempo real, o Mirage utiliza protocolos WAN proprietários para garantir conexões de alto desempenho.

Ao mesmo tempo, o cliente Mirage faz um inventário do sistema inteiro (hardware e software) para que a TI possa fazer mais facilmente a gestão desse inventário. A recuperação de desastres é também muito mais fácil. Se alguém derrubar um notebook em uma viagem de negócios, um administrador de TI pode pegar um novo notebook, instalar o Windows e os clientes Mirage e sincronizar os dados salvos a partir do Servidor Mirage para o novo notebook, através de uma rede LAN ou uma rede de área ampla.

Além disso, a Wanova fornece ferramentas para que a TI faça reparos e migrações centralizadas junto com atualizações e correções para uma imagem de núcleo único enviadas para os clientes.

O que me agrada na abordagem IDV, em geral, seja com uma ferramenta baseada em hypervisor como o NxTop ou uma ferramenta baseada em um cliente como o Mirage, é que os usuários têm acessos locais a seus sistemas e a seus dados o tempo todo.

Também estou ansioso para ver outras inovações resultarem de novos pensamentos por trás do IDV. Por exemplo, a Wanova desenvolveu um portal de arquivos que permite que os usuários acessem seus arquivos online. Se alguém precisar de uma apresentação do PowerPoint armazenada em um notebook que está quebrado ou que foi esquecido em casa, ele ou ela poderá entrar no portal de arquivos a partir de um iPad, PC, Mac ou qualquer outro sistema a partir de um navegador internet, e pegar esse arquivo sem precisar de um novo notebook ou de restaurar todo o sistema apenas para acessar aquele único arquivo naquele momento.

O futuro imediato encontra-se no IDV

Prevejo um mundo no qual, independetente dos nossos desktops, notebooks, tablets e seja lá o dispositivo que tenha acesso à nuvem, todos os nossos dados ficarão disponíveis em qualquer lugar. Um dispositivo será apenas um ponto de acesso, um ponto final para acessar aqueles dados. Um futuro no qual o VDI poderá ser o rei.

Mas e hoje? Existem centenas de milhares de desktops e notebooks com Windows instalados localmente, e o VDI custa muito para se tornar uma solução para todos os fins, e para tudo, de forma a possibilitar esse futuro. A infraestrutura ainda não evoluiu o suficiente, e nem a nuvem.

É por isso que o IDV é a melhor escolha, hoje. Na gestão centralizada com um OS localizado, seja baseado em hypervisor ou em um OS instalado tradicionalmente – o IDV fará o que você precisa sem precisar alterar sua infraestrutura e esvaziar o bolso de sua empresa.

Ref:http://cio.uol.com.br/tecnologia/2012/05/14/vdi-e-hora-do-idv/

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Por que VDI é ideal para pequenas empresas ou departamentos?

Por Paul Mah – 27 de abril de 2012

Conheça seis razões para que empresas de porte menor invistam na tecnologia para impulsionar crescimento.

virtualização de servidores está na pauta das empresas há pelo menos dez anos e mesmo que questões como armazenamento ainda causem dor de cabeça para a TI, as vantagens da tecnologia são reais e elas valem até mesmo para as pequenas companhias, que podem encontrar na plataforma vantagem competitiva. A seguir, seis motivos para esse nicho apostar na virtualização.

1. Aumentar a eficiência do servidor
A razão tradicional e mais atraente para a implementação de servidores virtualizados é fazer uso mais eficiente dos recursos computacionais no que diz respeito a ciclos de processamento e memória RAM. Além da redução dos custos de energia e refrigeração, empresas de pequeno e médio portes podem reduzir as despesas de capital já que menos servidores físicos são comprados para substituir um número maior de máquinas ociosas.

Implementar servidores virtuais é uma forma simples para reunir em um host físico muitas máquinas virtuais (VMs). Ainda assim, mesmo que a virtualização de servidores possibilite diversos benefícios, ela não livra a TI das tarefas administrativas necessárias para gerenciamento de servidores físicos.

De fato, o gerenciamento da virtualização é ainda mais desafiador devido à facilidade com que as máquinas virtuais podem ser criadas. Além disso, é preciso monitorar o tráfego entre as máquinas virtuais na rede e identificar gargalos de performance.

2. Melhorar os esforços de recuperação de desastres

A recuperação de desastres é a capacidade de restabelecer tarefas ao seu estado natural após um desastre. Como é possível imaginar, o backup de uma infraestrutura totalmente virtualizada faz cópias de imagens de máquinas virtuais e é um processo muito mais simples quando comparado à tarefa tradicional.

Além disso, o processo consome apenas uma parte do equipamento original para hospedar uma infraestrutura inteira, usando virtualização. Isso significa que para empresas menores, que não contam com grandes orçamentos de TI, é possível comprar um pequeno número de servidores. Em caso de desastres, esses equipamentos podem ser realocados, se necessário, e configurados com a última versão da máquina virtual, uma movimentação que é mais rápida do que a de muitos fornecedores de TI.

Obviamente, o fato de que mesmo a maior infraestrutura de empresas de pequeno e médio portes pode ser consolidada dentro de algumas unidades de disco rígido, esse cenário tem implicações na segurança. Por exemplo, existe o risco de máquinas virtuais serem perdidas por um erro humano.

Com isso em mente, usar a virtualização como um meio de recuperação de desastres requer planejamento. Cuidados devem ser tomados para elaborar os processos e procedimentos adequados de
segurança. A responsabilidade pela guarda de máquinas virtuais deve ser claramente definida.

3. Ampliar a estratégia de continuidade de negócios

Continuidade de negócios é diferente de recuperação de desastres, já que seu objetivo é atingir zero ou o mínimo de interrupções das operações. Sabendo que a fonte mais comum de falha no data center é a do hardware do servidor, esse é o lugar em que um recurso de virtualização de servidor, chamado migração em tempo real, deve entrar para ajudar a preservar a continuidade dos negócios, eliminando o tempo de inatividade.

Usando a migração em tempo real, os administradores são capazes de facilmente mover máquinas virtuais em tempo real entre os hosts do servidor físico. Esse tipo de migração acontece por meio da sincronização do disco e da memória em segundo plano entre dois servidores físicos.

A migração em tempo real pode facilitar a manutenção do servidor ou a atualização do hardware sem que seja necessário agendar qualquer parada para manutenção.

Embora a virtualização fortaleça a continuidade dos negócios, não faz milagres em caso de inundações ou incêndios. A implementação de failover [outro blade entra em cena automaticamente para ocupar o lugar de uma placa problemática] é, em muitos casos, cara para a maioria das pequenas e médias empresas, enquanto isso, a migração em tempo real somente exige a presença de uma rede Gigabit Ethernet [ou superior] para funcionar.

4. Aditivar desenvolvimento de software
Se sua empresa trabalha com desenvolvimento de software, a virtualização proporciona a oportunidade de reduzir custos, eliminando a necessidade de desembolsar grandes quantias de dinheiro para adquirir hardware adicional. Médias empresas também se beneficiam. Isso porque as equipes de desenvolvimento economizam tempo por não ter de suportar o longo processo de requisição de novos servidores.

O desenvolvimento de aplicações que não são sensíveis à latência também pode ser feito em versões desktop do software de virtualização, também conhecido como Hypervisor Tipo 2. Esses são tipicamente mais baratos e também oferecem capacidades adaptadas para uma melhor experiência de desktop. Alguns dos tipos mais populares do Type 2 hypervisor são o Oracle VM VirtualBox [código aberto] e VMware Workstation para Windows, bem como o VMware Fusion e Parallels para Mac.

5. Facilitar o teste das atualizações e patches de segurança

A virtualização torna trivial a tarefa de testar novas atualizações de software ou patches de segurança antes da implementação dos sistemas. Além disso, as equipes de desenvolvimento internas poderão testar aplicações n-tier [desenvolvidas em várias camadas] lógicas em uma réplica virtual da infraestrutura atual para testar problemas decorrentes de interações inesperadas entre os vários componentes.

6. Tirar proveito da virtualização de desktop

Uma modalidade cada vez mais popular de virtualização é a de clients, o que implica rodar o ambiente desktop inteiro dentro de um servidor centralizado. Como todo o processamento é feito no servidor, dispositivos clients são tipicamente thin clients que servem como um nó de extremidade para conectar periféricos como teclado, mouse, um monitor, conectores de áudio e até mesmo portas USB por meio da rede LAN.

Embora haja semelhanças entre virtualização de servidores e de desktop em infraestrutura básica necessária, as empresas não devem cometer o erro de misturá-los porque os objetivos são diferentes e as considerações técnicas também. O termo Virtualization Desktop Infrastructure ou VDI é usado para descrever componentes de hardware e de software necessários para suportar uma implementação de virtualização de desktop.

Ingressar nesse universo requer uma análise detalhada dos fornecedores da tecnologia para que a implementação não se torne uma frustração para as empresas.

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Apague seus discos com segurança

Por Alex Wawro – 11 de maio de 2012

Precisa mandar seu notebook para a assistência técnica? Ou emprestar o pendrive para o filho? Veja como apagar corretamente os dados de um HD, SSD ou pendrive e evitar riscos

O HD de seu PC está lotado com suas informações pessoais e profionais. Portanto, antes de emprestar, vender, doar _ ou simplesmente enviar a sua máquina para a assistência técnica, você deve apagar permanentemente os dados, para que não haja chance de que sejam recuperados.

Se os discos estão criptografados e você confia no protocolo usado (sistemas de criptografam todo o disco são bastante seguros) então basta apagar as chaves. Mas se o disco não está criptografado, ou você quer dar um passo além e evitar o roubo de dados no futuro, precisará usar algumas ferramentas simples e gratuitas, projetadas para apagar de vez tudo o que está sem seus HDs, SSDs ou Pendrives.

Apagar um arquivo usando o comando “Excluir” no Windows não o remove do disco. Essa operação simplesmente remove o “ponteiro” que indica a localização do arquivo no disco, ou seja, ele ainda está lá mas não pode ser encontrado. É por isso que um aplicativo de recuperação de dados, que ignora os ponteiros e analisa a estrutura do disco em busca dos dados, consegue recuperar um arquivo apagado: ele nunca deixou de existir, só mudou de endereço e não avisou a ninguém. Para se livrar dos dados permanentemente é necessário um programa que escreva zeros e uns, literal ou figurativamente, sobre eles.

Mas atenção: antes de usar um destes programas em um disco conectado a um notebook, ligue o notebook à tomada. Se a bateria acabar no meio da operação, é provável que o HD seja corrompido e fique inutilizado.

Diferentes tipos de discos usam diferentes métodos para armazenar os dados, portanto você precisará de ferramentas diferentes para cada um deles. Discos de estado sólido, por exemplo, se comportam de forma bem diferente dos pendrives, HDs híbridos (que combinam um disco magnético com um cache em memória flash) ou HDs comuns. Isto é um reflexo da forma única como os SSDs escrevem os dados no disco, usando algoritmos para distribuí-los de forma igual por todas as células de memória, aumentando a vida útil da unidade.

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DBAN: a melhor opção para apagar um HD tradicional

Para apagar um HD tradicional, experimente o Darik’s Boot and Nuke(DBAN), um disco de boot com um utilitário que apaga os dados sobrescrevendo cada setor do disco com dados aleatórios várias vezes. Entretanto, como foi projetado para trabalhar com HDs tradicionais, o DBAN por vezes não consegue apagar completamente discos baseados em memória flash, como pendrives e SSDs. Ele também pode não funcionar corretamente em um HD híbrido.

Apagando pra valer

Se seu computador tem um HD híbrido ou unidade SSD, baixe uma cópia gratuita do utilitário Secure Erase, do Center for Magnetic Recording Research. Este app, que segue as Normas para Saneamento de Mídia definidas pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos EUA, executa o comando Secure Erase embutido no firmware de todos os HDs Serial ATA (SATA) e Parallel ATA (PATA) recentes, que diz ao disco para sobrescrever todos os dados com “lixo”. Para usá-lo, copie o arquivo HDDerase.exe para um CD ou Pendrive e dê boot em seu PC a partir deste disco. Digite hdderase no prompt do DOS e tecle Enter. O processo pode levar várias horas para completar.

Se você quer reduzir o risco de que alguém extraia dados de um de seus pendrives, baixe uma cópia do utilitário gratuito Roadkil’s Disk Wipe e rode-o com o pendrive plugado ao PC. Escolha o disco que quer apagar no menu, decida se quer preenchê-lo com dados aleatórios ou não e quantas vezes o programa deve fazer isso (escolha 3, para ter certeza) e deixe o programa trabalhar.

Para ter certeza absoluta de que ninguém NUNCA irá recuperar dados de seus discos, a única solução é uma marreta e um maçarico. Mas se não for possível, as opções acima são uma boa alternativa.

No caso do Mac

Se você usa um Mac, ocorre o mesmo. Jogar um arquivo no Lixo (Trash) e esvaziá-lo não significa que voc6e tenha realmente apagado o arquivo. Ele simplesmente foi removido do diretório de arquivos do seu Mac. Com as ferramentas de recuperação corretas (como o Data Rescue 3, que custa 99 dólares, por exemplo) você pode recuperá-los, desde que nenhum outro arquivo do seu Mac tenha sobrescrito a porção do disco que o arquivo em questão ocupava.

Para apagar realmente um arquivo, de forma que ele fique irrecuperável para todos, com exceção de quem vive disso (recuperar arquivos), jogue o arquivo no Lixo e escolha Finder -> Secure Empty Trash. Quando você faz isso, não apenas o arquivo é removido do diretório do Mac, como o espaço do HD é sobrescrito com “lixo”.

A partir daí, como é possível apagar o espaço “gratuito” no disco rígido do seu Mac, é isso que você deve fazer. Abra o Disk Utility/Utilitário de Disco (/Applications/Utilities – Aplicativos/Utilitários), selecione o drive com o qual quer trabalhar, clique na aba Apagar (Erase), e clique em Apagar Espaço Livre (Erase Free Space). O sistema te oferecerá (na forma de planilha) diferentes níveis de exclusão. Com o Mac OS Snow Leopard, essa planilha oferece opções como Zero Out Deleted Files, 7-Pass Erase of Deleted Files, e 35-Pass Erase of Deleted Files. Na versão mais recente Lion você verá um deslizador (slider) que oferece essencialmente as mesmas opções.

O padrão, Zero Out Deleted Files, escreve zeros sobre o espaço gratuito do disco. É uma opção adequada para a maior parte das pessoas. Você pode também escolher uma das outras opções com a noção de que enquanto eles sobrescrevem seus dados completamente, demoram muito tempo para fazer isso.

Lembre da cópia de segurança

A menos que você deseje realmente destruir dados, é bom lembrar de fazer um backup sólido dos seus dados antes desses procedimentos. Caso ocorra um erro inesperado, você não vai querer ficar olhando com cara de paisagem para um HD sem nenhum arquivo, não é mesmo?

Ref: http://cio.uol.com.br/tecnologia/2012/05/11/apague-seus-discos-com-seguranca/

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Fumar, tomar café e usar no colo: veja 7 hábitos que podem estragar o seu aparelho eletrônico

Por Camila de Lira – 11 de maio de 2012

Você deve não saber, mas alguns dos seus hábitos podem estragar o seu aparelho eletrônico. Manias como a de usar o notebook no colo ou fumar perto do computador podem danificá-lo de maneira permanente. Confira aqui quais são os hábitos mais prejudiciais

1. Beber perto do aparelho – Por mais cuidadoso que você seja, beber perto do computador nunca é uma boa pedida. Bebidas como café, refrigerante e sucos danificam muito o aparelho caso sejam derramadas

Beber perto do computador – De acordo com Gabriel Waitmann, da JSL Informática, boa parte dos aparelhos eletrônicos que chegam para manutenção na sua loja estão molhados por causa de acidentes

2. Levar o aparelho para um lugar úmido – O banheiro não é o melhor lugar para se usar o seu aparelho eletrônico. Segundo o professor da Poli-USP João Antônio Zuffo os ambientes úmidos podem estragar o eletrônico

Levar o aparelho para um lugar úmido – Ambientes de praia e piscina também não são muito bons para se levar aparelhos eletrônicos. Waitmann comenta que uma capa pode proteger bem os tablets e celulares da umidade e da areia, mas que é melhor deixar o notebook de lado

3. Colocar o notebook no colo ou na cama – Hábito muito comum entre os donos de notebook, colocar o aparelho no colo pode ser bastante danoso. Quando fica em cima de um tecido, o aparelho tende a superaquecer. “O aquecimento danifica muito mais a bateria e os componentes eletrônicos que qualquer outra coisa”, afirma Waitmann

Colocar o notebook no colo ou na cama – Quando colocado sob o tecido da roupa ou do lençol, a parte de trás do notebook não “respira” o que leva a bateria e o processador a esquentarem, explica Waitmann

4. Fumar perto do aparelho – Fumar não é só prejudicial à saúde do fumante, como também à do seu aparelho eletrônico. Segundo Nestor Oliveira, coordenador de Hardware da Impacta Certificação e Treinamento, o computador “suga” a fumaça do cigarro

Fumar perto do aparelho – Oliveira afirma que a nicotina impregna dentro dos computadores e notebooks. “Já abri computador que estava amarelado e engordurado por causa da nicotina”, conta Oliveira

5. Deixar o aparelho dentro do carro – Dentro do carro desligado, a temperatura pode ficar bastante alta. Por isso, pode ser perigoso para o aparelho. “Deixar dentro do carro, nem pensar. A melhor coisa é colocar debaixo do banco, de uma forma que não pegue de jeito nenhum a luz do sol direta”, diz Waitmann

Deixar o aparelho dentro do carro – Waitmann afirma que até o hábito de deixar o GPS pendurado no vidro do carro pode ser ruim, uma vez que deixa o aparelho exposto ao sol

6. Colocar capas “pirateadas” no smartphone – Usar capas “não autorizadas” nos smartphones pode impedir que estes esfriem normalmente, explica Waitmann

Colocar capas “pirateadas” no smartphone – Quando não autorizadas, as capinhas podem ser feitas de um tipo de material que impede que o aparelho “respire” direito

7. Não carregar a bateria por completo – Para melhorar a vida útil da bateria de seu aparelho, o melhor é não parar a recarga no meio. Segundo Waitmann as células da bateria podem ficar prejudicadas se não houver a recarga completa

Não carregar a bateria por completo – Um outro hábito que pode fazer mal à bateria é o de deixar o celular sem carga por muitos dias. “A cada três ou quatro dias tem que carregar o aparelho”, diz Waitmann

 

Ref: http://tecnologia.uol.com.br/album/2012/05/11/fumar-tomar-cafe-e-usar-no-colo-veja-7-habitos-que-podem-estragar-o-seu-aparelho-eletronico.jhtm#fotoNav=1

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No Brasil, lançamento do novo iPad foge do ‘padrão Apple’ de estreia

11 de maio de 2012

Novo IPad chegou no Brasil sem “burburinho”

                         Novo iPad chegou no Brasil sem burburinho

Ao contrário do que aconteceu nos EUA, Europa e China, o lançamento do novo iPad no Brasil não teve muita pompa. Nada de filas quilométricas ou de lojas abrindo à meia-noite para vender o tablet, como já aconteceu no país em outras estreias. O aparelho, que começa a ser vendido na madrugada desta sexta-feira (11)  no site oficial da Apple, será vendido também nas lojas físicas da Fast Shop, Saraiva, Fnac, A2You e nas autorizadas da operadora TIM.

Na TIM, os preços vão de R$ 1.560 (modelo de 16GB com Wi-Fi e 3G) até R$ 2.249 (modelo de 64GB com Wi-Fi e 3G) . Na Saraiva, os valores variam entre R$ 1.549 (modelo de 16GB com Wi-Fi) e R$ 2.299 (modelo de 64GB com Wi-Fi e 4G). As duas empresas foram as únicas a divulgar os valores antes do início das vendas

O fato de os aparelhos não serem vendidos em pontos físicos durante as primeiras horas desta sexta-feira representa algo incomum para os padrões de lançamento da Apple. Um fator que pode explicar o aparente desânimo com a chegada do tablet é a baixa adesão de operadoras. Apenas a TIM tinha lançamento previsto. A Claro afirmou que está em negociação para vender o aparelho no país. Já a Vivo e a Oi não têm informações sobre a possível venda do tablet no Brasil.

Procurada pela reportagem, a Apple não se pronunciou sobre a razão do lançamento do tablet ter sido apenas online.

Outro ponto a ser considerado é que o Brasil ficou no fim da lista de países que receberam o tablet da Apple. O novo iPad foi lançado nos EUA, Europa e Japão no começo de março; no final de abril, mais países, entre eles Uruguai, Coreia do Sul, Venezuela, Colômbia, África do Sul e Índia receberam o aparelho.

Em março, o início da venda do novo iPad gerou comoção nas lojas oficiais da Apple ao redor do mundo. Como de costume, filas enormes se formaram em frente às lojas. Em Seul, na Coreia do Sul, a linha de pessoas chegou a dobrar a esquina da Apple Store. Na Califórnia, Steve Wozniak, cofundador da Apple, apareceu como um dos primeiros da fila para adquirir o novo tablet — algo que também está virando uma tradição na estreia de aparelhos da empresa.

Assim como no Brasil, o tablet da Apple chega em mais 28 países, entre eles a Argentina, Chile, Curaçao e Jamaica nesta sexta-feira.

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Cloud Computing: sabe o que é isso? E o que você tem guardado na nuvem?

09 de maio de 2012

Leitores contam que tipo de documentos eles têm armazenado na na nuvem e em quais ocasiões a claud computing é necessária

Uma pesquisa divulgada em 2011 pelo NPD Group mostrou que apenas 22% dos norte-americanos sabem o que significa o termo “computação na nuvem”, porém, destes entrevistados, 76% já tinham usado a tecnologia. Isso porque, apesar do termo ser ligeiramente complicado, o serviço é simples de entender e já tem muita gente usando sem nem saber do que se trata.

Os serviços de webmail, por exemplo, funcionam dentro do princípio da cloud computing, pois aquelas mensagens não estão armazenadas localmente: elas estão na chamada “nuvem”, ou seja, em um servidor que está localizado em algum lugar do mundo, e que pode ser acessado via web. Além dos emails, existem alguns serviços específicos de armazenamento como Dropbox, Skydrive, Google Drive (recém-lançado) e iCloud, que permitem que você faça pastas de fotos, músicas, vídeos e quaisquer outros arquivos e os deixe guardados na “nuvem”, sem ocupar espaço na sua máquina.

De acordo com o Google Brasil, existem duas características básicas para definir a computação em nuvem. Primeiro: os aplicativos são acessados pelo navegador e o usuário não precisa ter o programa instalado no computador, apenas o browser. Segundo: os dados ficam hospedados em uma infraestrutura que está invisível para os usuários (servidores).

Como este conceito já está amplamente sendo usado, mesmo sem o conhecimento das pessoas, resolvemos descobrir que tipo de dados está sendo armazenado na nuvem. Em um bate-papo com alguns leitores, descobrimos que um dos campões são os trabalhos de faculdade. Este tipo de arquivo tem sido guardado na nuvem porque a maioria dos serviços de cloud oferece um link público do documento armazenado, que pode ser compartilhado com outras pessoas. Assim, estudantes como Igor Oliveira e Rafael Aguiar, podem realizar trabalhos colaborativos mesmo que virtualmente. “Eu publico um texto lá e compartilho com o meu grupo, que pode ler e editar. Assim, todos podem trabalhar em conjunto”, conta Rafael.

Já o leitor Jackson Luiz de Marco conta que substituiu o pendrive por um serviço gratuito de cloud de 5GB. Ou seja, ele armazena na nuvem aqueles documentos eventuais que precisam ser acessados em determinados momentos. Além disso, ele também usa o espaço na nuvem quando formata seu computador e quer ter certeza de que não vai perder nada. O mesmo acontece com Rafael Timbó, que diz usar o Dropbox como backup de documentos importantes.

Outro uso bastante comum entre os internautas é o armazenamento de comprovantes de pagamentos e planilhas. Alguns casais, como Roberto e Juliana Alves, compartilham na nuvem os gastos da casa, carros e outros documentos como contas de água, luz, telefone e internet. “Me sinto mais seguro, armazenando tudo na nuvem e ainda podendo compartilhar com a minha mulher. Meu computador pode ser roubado, pode dar problema e eu perderia todos os meus dados”, comenta. Por este mesmo motivo, João Paulo Mesquita, desenvolvedor, armazena tudo no Google Drive como vídeos pessoais, fotos e documentos. E diz que, apesar da polêmica dos paranoicos sobre privacidade, ele acredita que o Google jamais iria expor todos os seus arquivos. “Sei que todos os meus dados e lembranças estarão a salvo e ao alcance de uns poucos cliques”, conclui.

Com esta onda de serviços de cloud computing, o instituto de pesquisa Gartner acredita que os dados armazenados localmente em computadores pessoais estão com os dias contados. Segundo um estudo publicado pela empresa, em 2014 estes dados serão ultrapassados pela computação em nuvem. A tecnologia, que amadureceu nos últimos anos, vai ser adotada em massa daqui para frente até substituir a experiência da computação pessoal.

Segundo o vice-presidente de pesquisa do Gartner, Steve Kleynhans, esta era que muitos chamam de “pós-PC”, não tem a ver com o fato de ser “depois do PC”, mas sim com o fato de que nascerá um novo estilo de computação pessoal, que dá maior liberdade aos indivíduos na utilização dos dispositivos e que melhora a vida pessoal dos internautas. Apesar disso, é importante entender que há um certo risco em colocar suas informações da rede. Primeiro porque as empresas responsáveis pelo serviço têm acesso aos seus dados e, segundo, que os sites não estão livres de ataques. O ideal é evitar armazenar na nuvem senhas de bancos, cartões de crédito ou mesmo de emails.

Ref:http://olhardigital.uol.com.br/negocios/cloud-virtualizacao/noticias/cloud-computing-sabe-o-que-e-isso-e-o-que-voce-tem-guardado-na-nuvem

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Molhou o seu computador, tablet ou celular? Veja o que (não) fazer

Por Camila de Lira – 04 de maio de 2012

Derrubou um copo de água no teclado do seu notebook? Seu celular caiu na piscina? Alguém derramou chá na tela do seu tablet? Não se desespere! Especialistas indicam o que fazer – e o que não fazer – para recuperar o seu aparelho eletrônico.

Se o seu aparelho molhou, é melhor que seja por uma água “limpa” — de torneira, por exemplo. Segundo João Antônio Zuffo, professor da Poli-USP e coordenador-geral do Laboratório de Sistemas Integráveis da USP, quando o líquido não tem partículas, é mais fácil fazê-lo secar sem danificar o sistema elétrico do computador ou smartphone.

Quando o que molhou o aparelho foi um líquido “sujo” — ou seja, algo que não seja água — fica mais complicado resgatá-lo. O suco de laranja ou a água com sal, por exemplo, podem deixar resíduos dentro do aparelho depois que este secar. “Quanto mais suja a água, quanto mais conduinte tiver o líquido, mais ácida, pior para o aparelho”, diz Nestor Oliveira, coordenador de Hardware da Impacta Certificação e Treinamento.

Pois bem, o seu computador, tablet ou celular caiu na água? A primeira coisa a se fazer é desligá-lo. “É preciso desligá-lo na hora. Quanto mais rápido fizer isso, melhor para o aparelho”, afirma Oliveira.

A ideia é deixar que o aparelho seque naturalmente. Por isso, é bom que você deixe espaços para a entrada do ar. “Em celulares e notebooks, é possível abrir a parte da bateria e deixa o aparelho respirar melhor. É importante dar espaço para a água evaporar”, diz Zuffo. Quando o aparelho seca de forma natural, a chances de ele voltar a funcionar são altas. “Em 95% dos casos o aparelho volta a funcionar normalmente”, afirma Oliveira.

Tentar recarregar a bateria, por sua vez, atrapalha todo o processo de secagem e pode danificar ainda mais o aparelho. “Se ele tiver algum curto interno, pode queimar a placa-mãe”, diz Oliveira.

Para Zuffo, a melhor maneira de se secar um aparelho eletrônico é deixá-lo ao sol em um ambiente seco. “O sol não aquece o aparelho em uma temperatura danosa para seu funcionamento”, diz o professor. Ele indica também o uso de uma folha de papel sulfite para proteger o aparelho do contato direto com o Sol. Já Oliveira diz que é melhor que o eletrônico seque na sombra.

Para Oliveira, o secador de cabelo colocado em uma temperatura média pode ajudar a evaporação da água dentro do aparelho. “É importante que não esteja em temperatura alta. Ou então frita o aparelho”, alerta o coordenador de Hardware da Impacta. Para saber se está muito quente, Zuffo dá uma boa dica: temperatura ruim para o eletrônico é aquela que queima o seu dedo.

 Uma das primeiras dicas que aparecem quando você pesquisa “iPhone molhado” no Google é: coloque-o no arroz. De acordo com Oliveira, essa ação é perigosa para qualquer eletrônico molhado. Ele explica que resíduos do grão podem entrar no aparelho úmido e dificultar a sua secagem.

Se você não tem experiências, o melhor é não tentar desmontar o aparelho. Tanto Oliveira quanto Zuffo reiteram essa mensagem. Por mais que o eletrônico possa precisar de uma secagem interna, a desmontagem não deve ser feita por alguém que não conheça o assunto. Além de danificar as placas, a pessoa pode não saber como remontar o aparelho.

Depois de tudo isso, o aparelho ainda não ligou? Oliveira e Zuffo afirmam que a melhor coisa a se fazer é levá-lo na assistência técnica. “Quando cai muito líquido, é melhor que a pessoa leve para assistência técnica. Assim, poderá se fazer a desmontagem do computador”, diz Oliveira.

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Suas senhas do Facebook podem ser descobertas no iPhone e iPad

11 de abril de 2012

Desenvolvedor descobriu que é possível acessar credenciais de acesso não criptografadas em iPhones com jailbreak e, possivelmente, em aparelhos Android.

Aplicativos de sistemas Android e iOS que possuem integração com o Facebook podem ter falhas de seguranças que permitem que crackers acessem os dados de login dos usuários da rede social. O desenvolvedor Gareth Wright alertou quanto às falhas de segurança em seu blog.

O arquivo “plist”, presente em aplicativos de ambas plataformas, armazena as informações de acesso das contas dos usuários no Facebook, sem criptografia. Isso deixa os dados dos clientes “em uma pasta acessível a outros aplicativos ou conexões USB”, segundo reportagem do The Register.

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Usando o programa iExplorer (PC e Mac), que acessa iPhones com jailbreak como um pendrive, o desenvolvedor encontrou um arquivo com dados de acesso do Facebook no aplicativo do popular jogo Draw Something.

Explorando o diretório de aplicativos do Facebook, Wright encontrou imagens de cache e com.Facebook.plist, muitas vezes usado para armazenar as configurações do usuário. Copiando o arquivo e usando a Facebook Query Language (FQL), o devenvolvedor descobriu que poderia recuperar “praticamente qualquer informação” de sua conta na rede social.

Como os tokens de acesso normalmente são válidos por apenas 60 dias, o Facebook armazena um token parecido que expira em 1 de janeiro de 4001. Se um cracker copiar esses dados para outro aparelho, ele terá acesso ao seu Facebook quando quiser.

Wright afirmou que os dispositivos Android tem um problema parecido, e como o sistema é mais aberto que o iOS, os aplicativos dependem ainda mais dos desenvolvedores para para proteger as informações do usuário. De acordo com o portal The Next Web, o problema também afeta o aplicativo da pasta online Dropbox para iOS.

O Facebook informou que está trabalhando para resolver o problema com os aplicativos de terceiros, mas não divulgou uma previsão da correção.

Ref:http://macworldbrasil.uol.com.br/noticias/2012/04/11/suas-senhas-do-facebook-podem-ser-descobertas-no-iphone-e-ipad/

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